Dieta com frutas naturais para curar a diabetes

Dieta com frutas naturais para curar a diabetes
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Também conhecida como blueberry, o mirtilo está cada vez mais sendo incorporado na dieta de pessoas que desejam curar o diabetes usando dietas naturais. Neste artigo vamos explicar por que esta essa frutinha estrangeira está cada vez mais comum por aqui. O que se sabe de cara é que ela tem um arsenal de substâncias capazes de proteger o coração, afiar a memória e até melhorar a mobilidade.

Curar diabetes com dieta é possível?

Sim e o mirtilo pode ajudar nisso.

Originário de regiões da América do Norte e Europa, o mirtilo começou a ser cultivado no sul do Brasil, onde o clima é mais propício, em meados da década de 1980. Só agora, porém, está invadindo pra valer nossas feiras e supermercados. Com esse aumento da oferta, o preço, que antes assustava, está mais acessível. Melhor pra gente, que pode saborear um dos alimentos mais poderosos de que se tem notícia nos últimos anos. Não é exagero: pesquisadores do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos dissecaram mais de 100 vegetais e concluíram que o mirtilo, apesar de pequenino, está entre aqueles com maior teor de antioxidantes — nesse caso, o destaque são seus compostos fenólicos.

Só para comparar, há análises indicando que eles aparecem dez vezes mais no mirtilo do que no morango, outra fonte de primeira desses elementos.

Em relação à manga e ao maracujá, a diferença é ainda mais gritante: o mirtilo tem aproximadamente 20 vezes mais compostos fenólicos. Simone Hickmann Flores, professora de engenharia de alimentos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), explica por que isso é sinal de prestígio:

“Essas substâncias são muito efetivas na neutralização dos radicais livres, que, em excesso, podem provocar danos nas células e, consequente-mente, ocasionar várias doenças”.

Um mal que os antioxidantes da fruta roxinha (quase preta) encaram são os problemas cardiovasculares, principal causa de morte no mundo inteiro. A prova vem de um grande levantamento da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, com mais de 93 mil mulheres. Os cientistas analisaram os hábitos de todas elas e notaram que o consumo de morango e mirtilo pelo menos três vezes por semana estava ligado a um risco 34% menor de infartar — isso em comparação com quem degustava as frutas menos de uma vez por mês. “Os compostos fenólicos evitam o processo de oxidação do LDL, o colesterol ruim”, explica Simone. E é justamente o colesterol oxidado que vira matéria-pri-ma para a formação de placas que grudam nas artérias e atravancam o fluxo sanguíneo, culminando, muitas vezes, em um infarto.

Em outro trabalho americano, desta vez da Universidade da Flórida, experts viram o mirtilo atuando contra a hipertensão, que afeta três em cada dez brasileiros e também contribui para o coração pifar. Para a experiência, foram recrutadas 48 voluntárias pré-hipertensas ou com a doença em fase inicial. Só uma parte comeu 22 gramas de mirtilo congelado todos os dias — o equivalente a um copo da fruta fresca. Em apenas oito semanas, essas participantes vivenciaram uma queda de 5,1% na pressão sistólica e de 6,3% na diastólica. “É um efeito considerável”, avalia a nutricionista Mareia Gowdak, da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. Segundo os autores do artigo, a façanha se deve a um estímulo à produção de óxido nítrico, molécula que relaxa os vasos e deixa o sangue fluir. Mareia ainda lembra que o mirtilo é cheio de potássio. “E esse mineral aumenta a eliminação de sódio pelo organismo”, conta. Se esse balanço é assegurado, as artérias ficam menos suscetíveis a apertos.

Para quem deseja prevenir lapsos de memória, o mirtilo também seria o alimento certo, como mostra uma pequena pesquisa da Universidade de Cincinnati, lá na terra do Tio Sam. Em 12 semanas, nove indivíduos mais velhos que tomaram o suco da fruta aprenderam e recordaram com mais facilidade uma lista de palavras. Segundo a nutricionista Bianca Chimenti Naves, da clínica Nutrioffice, na capital paulista, isso provavelmente aconteceu porque o mirtilo ajuda a manter as taxas de açúcar no sangue sob controle. E o que uma coisa tem a ver com a outra? “Quando os níveis glicêmicos estão equilibrados, a comunicação entre os neurônios é favorecida, o que contribui para que os processos cognitivos ocorram com maior eficiência”, ensina. “E estudos sugerem que os compostos fenólicos protegem as células nervosas de toxinas”, completa Simone.

A turma madura tem outro bom motivo para dar espaço ao mirtilo na geladeira: o alimento pode melhorar a mobilidade. Quem observou essa propriedade foram cientistas da Universidade Stetson, de novo nos Estados Unidos. Eles incentivaram pessoas com mais de 60 anos a consumirem dois copos da fruta congelada ou suco de cenoura diariamente por seis semanas.

Ao final, o pessoal do mirtilo se deu melhor em testes que avaliavam o movimento das pernas durante as passadas e a velocidade de caminhada. Segundo o cinesiologista Matthew Schrager, autor da experiência, há boas chances de essa vantagem ser resultado da influência positiva dos compostos fenólicos no sistema nervoso.

Se a essa altura você já está achando que o mirtilo é pau pra toda obra, saiba que muito mais deve vir por aí… É que ele vem sendo avaliado para outras finalidades — entre elas o combate ao câncer. E os achados são promissores.

O pesquisador Shiaun Chen, do Hospital City of Hope, nos Estados Unidos, já observou, em trabalhos com células e animais, que a fruta desacelera o crescimento de tumores na mama.

“Mais importante ainda: em ratos, seu consumo impediu a doença de se espalhar para outros órgãos”.

Tudo obra dos abençoados compostos fenólicos, capazes de alterar processos inflamatórios envolvidos no câncer.

Enquanto se estende o rol de benefícios proporcionados pelo alimento, a orientação é colocar 25 gramas dele na rotina. Se não der para consumi-lo todo dia, que apareça à mesa pelo menos três vezes por semana. Frequência fácil de atingir, agora que o mirtilo está pertinho (e mais em conta). Se bem que, com um currículo desses, a impressão é que valeria até viajar para longe a fim de aproveitar a riqueza dessa fruta.

Uma alternativa saudável para diabéticos

Como disse ao longo do artigo, frutas têm sido incorporadas na dieta de diabéticos como forma de controlar os níveis de açúcar em seu sangue. esta é uma maneira de cuidar melhor de sua saúde e livrar-se dos remédios que tanto mal fazem para as pessoas. Claro que o médico não pode ser dispensado, mas métodos como o Programa Diabetes Dominada têm ajudado muitas pessoas  a mudar de vida, restaurado a saúde e evitado as consequências terríveis que esta doença causa em todos que são acometidos por ela.

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